Brasil registra uma morte LGBT a cada 34 horas sob gestão de Lula, segundo ONG

Redação 011
2 Min
Brasil registra uma morte LGBT a cada 34 horas sob gestão de Lula, segundo ONG
foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O Brasil registrou 257 mortes violentas de pessoas LGBT em 2025, segundo levantamento do Grupo Gay da Bahia (GGB). O dado mostra que, mesmo após três anos de gestão, o governo Lula não conseguiu reduzir a violência contra homossexuais. A média anual de mortes na atual administração é de 268,3, número próximo ao observado no Governo de Jair Bolsonaro (PL), que foi constantemente apontado pela esquerda como responsável por tais ocorrências. Hoje, no entanto, o governo Lula é poupado de críticas por ativistas das siglas LGBT’s, apesar da persistência dos índices.

Os homicídios representaram 80% dos casos, seguidos de suicídios (8%) e latrocínios (7%). A maior parte das mortes ocorreu no Nordeste (66), seguido do Sudeste (48) e Centro-Oeste (33). Entre os estados, São Paulo (19), Bahia (17) e Minas Gerais (17) lideraram os registros, enquanto nas capitais os números foram mais altos em São Paulo (6), Salvador (5) e em cidades como Manaus, Goiânia e Belo Horizonte (4 cada). Em quase 60% dos crimes não há informação sobre o meio utilizado, embora armas de fogo tenham sido responsáveis por 15% das mortes e armas brancas por 14%.

O fundador do GGB, Luiz Mott, afirmou que o Brasil segue liderando o ranking mundial de mortes de pessoas LGBT, à frente de México e Estados Unidos. Ele criticou a ausência de políticas específicas do Governo Federal, apesar de leis que equiparam a homofobia ao racismo. A ONG também apontou subnotificação e falta de sistematização estatal, cobrando que o governo Lula assuma responsabilidade na coleta de dados e na criação de medidas concretas para enfrentar o que classificou como “um iceberg de ódio e sangue”.

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