Durante ato cívico na Avenida Paulista neste 7 de Setembro, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), cobrou publicamente que o presidente da Câmara e correligionário, Hugo Motta (Republicanos-PB), paute o projeto de anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Em discurso, Tarcísio também enviou recados ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao afirmar que “ninguém pode ser perseguido por pensar diferente”. A manifestação reuniu milhares de pessoas em defesa da liberdade de expressão e contra o que consideram abusos do Judiciário.
O evento foi marcado por forte presença de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que pediram anistia ao líder da direita e criticaram decisões judiciais que atingem conservadores. Cartazes com frases como “Fora Moraes” e “Anistia já” dominaram o cenário, refletindo o sentimento de insatisfação com o atual cenário político e jurídico. Parlamentares como Eduardo Bolsonaro (PL-SP) também participaram remotamente, reforçando a cobrança por medidas que garantam o devido processo legal e a liberdade de manifestação. Além das falas políticas, o ato contou com apresentações culturais e discursos de lideranças como Malafaia e civis. Tarcísio destacou que o Brasil precisa “reconstruir pontes” e que o momento exige coragem para enfrentar o que classificou como “excessos”.
A mobilização conservadora na Paulista reforça a pressão sobre o Congresso Nacional para que avance com a pauta da anistia, enquanto cresce o desgaste do governo Lula (PT) entre setores da sociedade que se sentem afetados pelas ações do Governo Federal e aliados.













