O primeiro de abril pode ter passado, mas as mentiras que marcaram o Dia da Mentira seguem vivas na política brasileira. O governo Lula, sob o pretexto de restaurar a democracia e resgatar a dignidade do povo, consolidou uma estrutura na qual a ficção se impõe sobre os fatos. Desde dados estatísticos inventados até distorções sobre economia e política externa, a administração petista sustenta-se em uma realidade paralela, onde a repetição de falsidades substitui a transparência e a responsabilidade.
Em 2023, Lula propagou fake news a cada 13 dias, segundo levantamento da Gazeta do Povo. Isso não é um acaso, mas um padrão. No poder, ele não apenas perpetua o discurso enganoso que o acompanhou desde os tempos de oposição, mas também tenta reescrever a história para favorecer sua narrativa. O petista quer nos convencer de que o Brasil vive uma democracia plena quando, na realidade, observa-se um cerceamento progressivo das liberdades individuais e institucionais.
O atual governo quer que acreditemos que a fome foi erradicada, que o crescimento econômico é fruto de suas ações, que a Venezuela é uma democracia e que o impeachment de Dilma foi um golpe. No entanto, a fome ainda persiste, a economia está estagnada, a Venezuela continua sendo uma das ditaduras mais violentas do mundo, e o impeachment de Dilma seguiu todos os ritos constitucionais. Os fatos desmentem as palavras do presidente, mas seus aliados insistem em empurrar uma narrativa conveniente.
Não é apenas no Brasil que a verdade é distorcida. O alinhamento ideológico de Lula com regimes autoritários como os de Putin e Maduro expõe sua disposição de proteger tiranias em nome de uma suposta resistência antiocidental. Ele não hesita em minimizar os crimes de guerra russos na Ucrânia ou em fechar os olhos para a miséria provocada pelo socialismo na Venezuela. Enquanto isso, aqueles que denunciam essa hipocrisia são tachados de extremistas e perseguidos sob a desculpa de “defender a democracia”.
Os brasileiros precisam acordar para a realidade: vivemos um simulacro de democracia, onde a justiça e a liberdade de expressão estão por um fio. Quem ousa desafiar a narrativa oficial é perseguido, investigado e censurado. Basta ver o que acontece com jornalistas independentes, parlamentares oposicionistas e cidadãos comuns que expressam suas opiniões nas redes sociais. O que se vê hoje no Brasil é um perigoso avanço do autoritarismo travestido de democracia.
Enquanto Lula inventa números e discursos para justificar sua gestão, os problemas reais do Brasil são negligenciados. A violência nas ruas, a crise educacional, o aumento da carga tributária e a falta de investimentos estruturais são questões ignoradas ou tratadas de forma superficial. É mais fácil manipular estatísticas do que apresentar soluções concretas para os grandes problemas do país.
Os brasileiros precisam exigir responsabilidade e verdade de seus líderes antes que seja tarde demais e acabemos aceitando a verdade amarga de um país afundado em um socialismo ao estilo de Chávez, Maduro e Fidel Castro. A mentira não pode ser normalizada como ferramenta de governo. O Brasil merece mais do que um governo que se apoia em ilusões para manter sua popularidade. Passou da hora de questionar a narrativa oficial e confrontar as verdades amargas que se escondem no perímetro dos Três Poderes de Brasília.