Lula fez um discurso absolutamente contraditório na abertura da cúpula dos líderes na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025. Ele fez um apelo às autoridades pela transição energética, que tem como meta a substituição de combustíveis fósseis, como o petróleo, por matrizes renováveis e sustentáveis, como a solar, eólica e hídrica.
“Acelerar a transição energética e proteger a natureza são as duas maneiras mais efetivas de conter o aquecimento global. Estou convencido de que, apesar das nossas dificuldades e contradições, precisamos de mapas do caminho para, de forma justa e planejada, reverter o desmatamento, superar a dependência dos combustíveis fósseis e mobilizar os recursos necessários para esses objetivos”, afirmou.
No entanto, as palavras do petista divergem de sua atuação sobre o tema. Recentemente, ele defendeu a exploração de petróleo na Margem Equatorial próxima ao estado do Amapá, que foi autorizada pelo Ibama à Petrobras no dia 20 de outubro.
“Temos autorização para fazer teste, se encontrar petróleo vai ter que ter nova licença. Quero fazer o que os especialistas do meu governo e minha consciência dizem o que tenho que fazer”, declarou.











