O Palácio do Planalto recebeu um banho de água fria com a divulgação dos novos dados do instituto Real Time Big Data. Segundo o levantamento nacional, a desaprovação ao trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva atingiu a marca psicológica de 50%, enquanto a aprovação caiu para 43%. Outros 7% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder. Os números acendem o sinal de alerta máximo nos bastidores do Governo Federal, evidenciando o desgaste profundo de uma gestão que perdeu a capacidade de dialogar com o eleitor de centro e com a classe média produtiva.
Analistas políticos apontam que a barreira dos 50% de rejeição funciona como um divisor de águas e um indicador de isolamento político. O derretimento da popularidade do petista está diretamente atrelado à percepção de piora na economia real — marcada pelo encarecimento da cesta básica, o aumento de impostos e iniciativas populistas, como a PEC do fim da escala 6×1, que assustam o setor de comércio e serviços. Além disso, a recente e desastrosa paralisia do governo na área de segurança pública, contrastada com a atuação cirúrgica da oposição conservadora no cenário internacional, sepultou de vez a narrativa de eficiência que a propaganda oficial tenta vender.
Registrada no TSE sob o protocolo BR-05864/2026, a pesquisa do Instituto Real Time Big Data ouviu 2.000 entrevistados nos dias 29 e 30 de maio. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para cima ou para baixo, com grau de confiança de 95%.









