Trump chama manifestantes pró-Maduro de “feios”

Redação 011
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foto: Official White House Photo by Gabriel B Kotico

Donald Trump voltou a criticar manifestantes pró-Maduro em Nova York, chamando-os de “as pessoas mais feias” que já viu e descrevendo o grupo como “uma bagunça”. O presidente dos Estados Unidos afirmou que muitos utilizavam chapéus velhos e desfiados e não sabiam explicar os cartazes que carregavam. As declarações ocorreram na terça-feira (6), durante discurso para políticos republicanos, em que Trump também acusou os manifestantes de receberem dinheiro para participar dos atos e comparou o cenário às marchas de venezuelanos que apoiam as ações militares norte-americanas contra o regime de Nicolás Maduro.

Enquanto isso, o Movimento Sem Terra (MST) se mobiliza no Brasil para ampliar manifestações em defesa da ditadura venezuelana. A organização não descarta enviar militantes à Venezuela após o ataque do Exército dos Estados Unidos no sábado (3). Em reunião virtual no domingo (4), mais de 50 entidades da esquerda brasileira se uniram para demonstrar apoio ao regime de Maduro, aliado de Lula e defendido pelo Governo Federal. Segundo Ceres Hadich, da direção nacional do MST, os atos devem se espalhar pelas capitais brasileiras e integrar a pauta das mobilizações previstas para o dia 8 de janeiro.

Trump também direcionou críticas à gangue venezuelana Tren de Aragua, classificando seus membros como “animais” e apontando o grupo como a pior organização criminosa do mundo. O presidente destacou que a quadrilha é mais perigosa do que gangues de motociclistas americanas e garantiu que seu governo está empenhado em expulsar esses criminosos do território norte-americano. Já no Brasil, o MST reforça a disposição de manter atos em solidariedade ao regime ditatorial de Maduro, alinhando-se ao discurso do governo Lula e ampliando a presença da esquerda em manifestações em favor do ex-ditador venezuelano.

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