Em um movimento diplomático coordenado, os governos do Reino Unido, Austrália e Canadá anunciaram o reconhecimento formal do Estado da Palestina. A decisão foi descrita como um esforço para impulsionar a busca por uma solução de dois Estados para o conflito entre israelenses e palestinos.
O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, afirmou que o reconhecimento visa “criar um novo impulso para a paz”, fazendo o anúncio durante sua visita às Nações Unidas em Nova York. De maneira semelhante, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, declarou que a ação “renasce a esperança de paz para palestinos e israelenses”. Starmer também deixou claro que o Hamas não tem futuro na Palestina e confirmou que o Reino Unido irá ampliar as sanções contra o grupo terrorista.
No Reino Unido, uma pesquisa realizada pela JL Partners, revelou que quase nove em cada dez britânicos rejeitam a decisão do primeiro-ministro Keir Starmer de reconhecer oficialmente o Estado palestino sem a imposição de condições. Apenas 13% da população apoia a decisão.
A decisão coordenada, contudo, gerou críticas dos republicanos nos Estados Unidos. Eles classificaram a política como “imprudente” e alegaram que ela prejudica as perspectivas de paz, especialmente porque o Hamas ainda mantém reféns israelenses e se recusa a aceitar um cessar-fogo.











