A CPMI que vai apurar o vergonhoso roubo contra aposentados e pensionistas do INSS começará na próxima terça-feira (27) com o Governo Federal de fora tanto da relatoria quanto da presidência dos trabalhos. Omar Aziz (PSD-AM), indicado pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), presidiria o colegiado. Com isso, o Planalto acreditava ter nas mãos o controle da comissão mista entre Câmara e Senado. Numa reviravolta, a oposição conseguiu emplacar o senador Carlos Viana (Podemos-MG) para a presidência. O então relator Ricardo Ayres (Republicanos-TO) também perdeu o posto para Alfredo Gaspar, considerado aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Investigações apontam que a fraude dos descontos indevidos feitos por associações pode chegar a R$ 6 bilhões e ganhou força no atual governo do PT. O escândalo foi revelado em uma megaoperação da Polícia Federal e levou à demissão do então ministro da Previdência, Carlos Lupi (PDT).
Ao todo, a CPMI será formada por 16 senadores e 16 deputados.













