Após resposta de Pequim, Trump diz que EUA não querem prejudicar a China

Redação 011
2 Min
Partido Comunista da China confirma encontro entre Trump e Xi em Pequim
foto: Xinhua/Huang Jingwen

A guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo deu mais um passo adiante. Primeiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que vai impor um tarifaço de 100% sobre os produtos da China. E isso pode ocorrer já a partir do próximo mês. Em resposta, os chineses responderam que não vão recuar diante das ameaças e também anunciar uma taxação de 100% caso a Casa Branca cumpra o prometido.

“A posição da China é consistente. Não queremos uma guerra tarifária, mas não temos medo de uma”, disse o Ministério do Comércio em um comunicado oficial.

Depois disso, Trump decidiu baixar um pouco o tom em uma publicação em sua rede social.

“Não se preocupem com a China, tudo ficará bem! O respeitadíssimo Presidente Xi acaba de passar por um momento ruim. Ele não quer uma Depressão para o seu país, e eu também não. Os EUA querem ajudar a China, não prejudicá-la!”, postou o republicano.

Tudo isso aconteceu depois que o governo da China anunciou, na última quinta-feira (9), que vai endurecer regras e impor maior controle sobre as exportações de terras raras – minerais essenciais para a produção de tecnologias de ponta.

Após meses de trégua, a tensão voltou a tomar conta das relações entre os dois países e certamente vem aí um novo abalo no mercado financeiro.

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