O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou a China de ter interferido no pleito de 2020, quando ele foi derrotado pelo democrata Joe Biden. Durante um discurso à nação, Trump afirmou que a China obteve ilegalmente registros de 220 milhões de eleitores americanos, incluindo nomes, informações de contato, preferências partidárias e descreveu a violação como um “pesadelo sem precedentes para a segurança eleitoral”.
No discurso, ele acusou Pequim pelo que chamou de “a maior violação de dados eleitorais da história” e pediu que o FBI abra uma investigação sobre o caso, já que as declarações estão respaldadas em documentos divulgados no site da Casa Branca durante a exibição do pronunciamento. A página reúne arquivos que, segundo a Casa Branca, tratam de “áreas-chave da integridade eleitoral” nos EUA.
Em resposta, o Ministério das Relações Exteriores da China afirmou que as alegações do presidente norte-americano não têm fundamento. O governo chinês reiterou que segue uma política rígida de não intervenção nos assuntos internos de outros países.

