O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) destacou nesta semana que a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas representa uma vitória para a população brasileira. Segundo ele, medidas como essa fortalecem o combate ao crime organizado e aproximam o Brasil de uma cooperação internacional mais firme. “Quando o bandido chora, a população trabalhadora se alegra”, afirmou, ressaltando que o mérito da articulação foi de Flávio Bolsonaro, que participou das reuniões em Washington.
Eduardo Bolsonaro explicou que, durante os encontros com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio, foram feitos pedidos adicionais para ampliar a pressão contra grupos criminosos e autoridades brasileiras. O youtuber Paulo Figueiredo, que acompanhou a comitiva, relatou que apresentou a Trump a proposta de retomada da Lei Magnitsky contra o ministro do STF Alexandre de Moraes, destacando os “efeitos positivos” que a medida teria no Brasil. Entre os exemplos citados, mencionou a aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, que teria ocorrido sob receio de sanções.
Enquanto isso, integrantes do governo avaliam como reagir à decisão norte-americana. Hoje, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se posicionou durante um evento, dizendo que não aceita que o Brasil seja “tratado como moleque”.










