Até o Natal (talvez): Dino enrola, pede vista, e STF e adia caso do governo do Rio

Redação 011
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Dino nega pedido para soltura de Deolane Bezerra
foto: Antonio Augusto/STF

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, pediu vista do processo que vai decidir se as eleições para o mandato-tampão de governador do Rio de Janeiro serão diretas ou indiretas. O julgamento do caso foi retomado nesta quinta-feira, mas Dino disse que votará depois da publicação do acórdão do julgamento do Tribunal Superior Eleitoral, que condenou o ex-governador Cláudio Castro à inelegibilidade.

Com a suspensão do julgamento, o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Ricardo Couto de Castro, continuará exercendo interinamente o cargo de governador do estado. Após o pedido de vista de Dino, o ministro André Mendonça, que também faz parte do TSE, antecipou seu voto sobre a questão. Mendonça disse que não houve desvio de finalidade na renúncia de Castro para concorrer ao Senado. Assim, a eleição pode ocorrer de forma indireta.

“Entendo não ser possível deduzir-se que o ato unilateral de renúncia ocorreu como burla ao julgamento que se avizinhava”, afirmou o magistrado.

Portanto, o placar do julgamento está 2 votos a 1 a favor de eleições indiretas. Não há data prevista para a retomada do caso.

Fonte: Agência Brasil.

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