O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, marcou para o dia 9 de junho (segunda-feira) o início do interrogatório do ex-presidente Jair Bolsonaro e outros sete réus no processo que apura a suposta tentativa de golpe de Estado. Além do líder da Direita no país, serão ouvidos Alexandre Ramagem (ex-diretor-geral da Abin), Almir Garnier (ex-comandante da Marinha), Anderson Torres (ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do DF), Augusto Heleno (ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional), Mauro Cid (ex-ajudante de ordens de Bolsonaro), Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa) e Walter Braga Netto (ex-ministro da Casa Civil e da Defesa).
Moraes reforçou que os réus têm o livre direito de falar ou ficar em silêncio, segundo os termos da Constituição. O relator determinou que os interrogatórios sejam presenciais e realizados na sala de audiências da 1ª Turma do STF. Apenas Walter Braga Netto, que está preso preventivamente no Rio de Janeiro, será ouvido por videoconferência.
Nesta segunda-feira, a Corte concluiu os depoimentos das testemunhas de acusação e defesa dos oito réus no caso. Ao todo, 52 pessoas foram ouvidas.









