A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro confirmou, em entrevista publicada nesta quarta-feira (24), que poderá disputar as eleições de 2026. Sem revelar a qual cargo pretende concorrer, Michelle afirmou estar pronta para assumir uma missão política. A declaração reforça sua projeção no cenário nacional, especialmente entre os eleitores conservadores e evangélicos, segmentos nos quais mantém forte influência.
A fala ocorre em meio à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pelo Supremo Tribunal Federal, o que o torna inelegível. Diante desse cenário, Michelle tem sido apontada por aliados como possível sucessora na liderança do campo conservador. Ligada ao PL Mulher, braço feminino do partido, ela é vista como figura estratégica para preservar o capital político da família Bolsonaro e manter a mobilização da base conservadora em 2026.
Embora não tenha confirmado se disputará o Senado ou a Presidência da República, Michelle declarou que se levantará “como uma leoa” para defender os valores conservadores, a verdade e a justiça. A entrevista foi interpretada como um sinal de disposição para entrar na corrida eleitoral. Internamente, o PL já considera seu nome como uma das principais apostas para enfrentar o avanço da esquerda e a condução do governo Lula, criticado por setores pela agenda ideológica próxima de regimes ditatoriais, comunistas e pela gestão econômica.










