O senador Sérgio Moro (União-PR) atribuiu a responsabilidade pela grave crise na segurança pública do Rio de Janeiro aos governos anteriores do PT, afirmando nesta terça-feira (28) que o cenário é um “resultado direto do desmonte da segurança pública” ocorrido nos “três mandatos do Governo Lula”. Por meio de uma publicação na rede X, o senador criticou o enfraquecimento das políticas de segurança, alegando que ele ocorre sob o “autodenominado pensamento progressista”, que, segundo seu ponto de vista, beneficia exclusivamente “traficantes e criminosos”.
Em paralelo à sua crítica à gestão petista, Moro destacou uma vitória legislativa no Senado: a aprovação definitiva do PL 226/2024, no qual atuou como relator. O projeto visa impor restrições à soltura de indivíduos em audiências de custódia, buscando “modernizar a segurança pública” e pôr um “freio” no que ele chamou de “porta giratória” judicial.
O PL 226/2024, que segue para sanção presidencial, também inclui uma importante medida de investigação: a obrigatoriedade da coleta do perfil genético de presos em flagrante por crimes de alta gravidade, para inclusão no Banco Nacional de DNA de criminosos. Uma das novas regras impede, por exemplo, que um detido em audiência de custódia que já tenha passado pelo procedimento seja solto novamente por essa via. Moro celebrou a aprovação como um passo crucial para combater a escalada da violência no país.






