Milei reduz a pobreza e indigência na Argentina com reformas voltadas à liberdade

Redação 011
2 Min
Milei anuncia fim da recessão econômica na Argentina após décadas de crise fiscal
foto: divulgação/ Casa Rosada

A pobreza na Argentina diminuiu significativamente durante o primeiro ano de governo de Javier Milei, com o índice fechando 2024 em 38,1%, representando 17,9 milhões de pessoas em situação de pobreza. Esse resultado reflete uma queda considerável em relação ao pico de 52,9% registrado no primeiro semestre de 2024. A redução foi atribuída principalmente às reformas econômicas implementadas por Milei, que incluiam a eliminação de controles e ajustes nas tarifas e no valor do dólar, além da queda nos gastos públicos.

O governo celebrou a diminuição da pobreza como um efeito direto da estabilização macroeconômica e da luta contra a inflação. “A pobreza sem precedentes deixada pelos governos anteriores foi reduzida graças à implementação de políticas focadas na liberdade econômica e responsabilidade fiscal”, afirmou um comunicado da Casa Rosada. A indigência também recuou expressivamente, caindo de 18,1% para 8,2% no mesmo período.

Em relação à pobreza infantil, mais da metade das crianças entre 0 e 14 anos ainda vive em situação de vulnerabilidade, mas o número também apresentou uma melhora, com o índice caindo de 58,4% para 51,9%. As regiões mais afetadas pela pobreza seguem sendo áreas como Gran Resistencia, Concordia e Santiago del Estero-La Banda, que registraram índices superiores a 40%.

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