O deputado federal Mário Frias (PL-SP), que também é o produtor-executivo do filme Dark Horse, negou qualquer contradição com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre as verbas para a produção biográfica sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Quando afirmei anteriormente que não há “um centavo do Master” no filme, referia-me ao fato de que Daniel Vorcaro não é e nunca foi signatário de relacionamento jurídico, assim como o Banco Master nunca figurou como empresa investidora. O nosso relacionamento jurídico foi firmado com a Entre, pessoa jurídica distinta”, afirmou.
No entanto, a Entre é uma empresa de investimentos que pode ter atuado em parceria com o banqueiro Daniel Vorcaro. Após o site Intercept Brasil revelar que Flávio pediu US$ 24 milhões a Vorcaro para o financiamento do filme, o próprio senador emitiu uma nota confirmando a negociação, mas reforçou que tudo ocorreu de maneira legal. Em outra postagem, Frias reforçou todo o trabalho em torno da produção.
“Eu idealizei esse filme em 2023, após a consolidação do regime de exceção no Brasil, pois sabia que iríamos precisar de algo que preservasse o imaginário público das investidas de reescrever a história, que toda tirania produz. Tínhamos um ideal muito claro: não usar recurso público. Não queríamos dinheiro do povo e nem dinheiro em troca de favores. A captação financeira do filme se deu, quase que totalmente, em 2024, quando o bolsonarismo estava sendo destroçado pelo regime de exceção”, escreveu na rede social X.







