O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu as emendas parlamentares como instrumento de política pública para melhorar a qualidade de vida da população, sobretudo nos locais onde o governo não consegue chegar. Em entrevista à rádio de notícias TMC, afirmou que não há comparação entre os chamados “penduricalhos”, vantagens em dinheiro que determinados servidores recebem acima do teto constitucional, e as emendas parlamentares. Segundo o parlamentar, a comparação entre emendas e penduricalhos é feita por quem não conhece política pública.
“Fazer comparação de emenda com penduricalho é não entender de política pública. Penduricalho é vantagem pessoal recebida acima do teto funcional. Qualquer problema no empenho das emendas, eu defendo que seja apurado. Agora, não posso aceitar que essa generalização venha a prejudicar esse instrumento que melhora a qualidade de vida dos brasileiros”, declarou.
Motta voltou a defender a derrubada do veto de Lula ao texto que permite a revisão das penas dos condenados pela suposta tentativa de golpe de Estado em 2023. Segundo ele, o texto aprovado pelo Congresso está em comum acordo para que a sociedade tenha uma solução às penas concedidas de maneira exagerada.
“Vamos defender a aplicabilidade da Lei da Dosimetria”, disse.
Fonte: Agência Câmara de Notícias.









