Gilmar Mendes nega pedido de prisão domiciliar ao ex-presidente Bolsonaro

Redação 011
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foto: Gustavo Moreno/ STF

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido de prisão domiciliar em favor de Jair Bolsonaro feito pelo advogado Paulo Emendabili Barros de Carvalhosa, que não compõe a banca oficial de defesa do ex-presidente. Esse habeas corpus foi apresentado no dia 10 de janeiro e alegava não existirem condições adequadas de atendimento médico continuado a Bolsonaro na cela onde cumpria pena, na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. No último dia 15, o líder da direita no país foi transferido para a Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, no Complexo Penitenciário da Papuda, também no DF, onde deverá seguir em regime fechado.

“Considerando as peculiaridades do caso concreto, não é cabível o manejo da via do habeas corpus por terceiro, mormente se considerado que há defesa técnica constituída e atuante em favor do paciente”, escreveu o magistrado em sua decisão.

Inicialmente, o pedido de prisão domiciliar foi distribuído por sorteio à ministra Carmen Lúcia, mas, como o Judiciário está de recesso, o processo foi redistribuído a Moraes, vice-presidente do STF, que responde pelo plantão durante o recesso. Como o documento questionava uma decisão do próprio Moraes, relator da ação penal, o ministro redistribuiu o processo para Gilmar Mendes, decano da Corte, conforme determina o Regimento Interno.

Fonte: Agência Brasil.

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