O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou que seu escritório de advocacia teria emitido R$ 1 milhão em notas fiscais para empresas ligadas ao banqueiro Daniel Vorcaro. O senador contestou a informação de que teria recebido recursos da Copenhagen Consultoria e Assessoria S.A.
“Fiz um trabalho para uma empresa, fui contratado para isso, prestei serviços advocatícios, tudo certo, relação completamente legal e privada. Em outra oportunidade, eu não aceitei trabalhar para esta empresa chamada Copenhagen. Estou tendo que explicar porque não recebi o dinheiro dessa empresa”, declarou em suas redes sociais.
A empresa tinha como diretor um gestor da administradora de fundos Trustee DTVM, Artur Figueiredo. A Trustee e Artur Figueiredo são citados nas investigações do caso Master, sob suspeita de participação nas fraudes financeiras do banco. As notas foram emitidas pelo escritório de Flávio para a empresa Copenhagen Assessoria e Consultoria no dia 7 de abril de 2025 e foram canceladas no mesmo dia.
Os citados negam qualquer irregularidade.

