A tendência entre líderes partidários é que Eduardo Bolsonaro (PL-SP) receba uma suspensão temporária de dois a três meses, em vez de perder o mandato. A medida é vista como uma forma de preservar a autonomia da Câmara diante das pressões do Palácio do Planalto e do STF, que defendem a cassação, segundo informações do Canal CNN.
Além disso, a suspensão pode acabar favorecendo o deputado: ausências durante esse período não entram na contagem oficial, o que ajuda a evitar que ele ultrapasse o limite de faltas que levaria à perda automática do mandato em 2025.
O processo contra Eduardo envolve duas frentes: o excesso de faltas e sua atuação nos Estados Unidos, onde teria tentado influenciar autoridades estrangeiras contra o julgamento de Jair Bolsonaro.
Nos bastidores, cresce o sentimento de corporativismo entre parlamentares, especialmente após o desgaste causado pela rejeição da PEC da Blindagem e pelas investigações do STF sobre emendas.












