O Ministério das Relações Exteriores da China pediu que os Estados Unidos libertem imediatamente o presidente venezuelano Nicolás Maduro e sua esposa – ambos foram capturados em Caracas e são mantidos sob custódia em uma prisão federal no Brooklyn, em Nova York.
Para o governo chinês, que é um dos principais parceiros políticos e econômicos da ditadura de esquerda imposta há décadas na Venezuela, a ação deflagrada pelos Estados Unidos “violou claramente” o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais, além dos propósitos e princípios estabelecidos pela Carta da Organização das Nações Unidas.
No comunicado, a China pede que os Estados Unidos garantam a segurança pessoal de Maduro e de sua esposa e cessem com a tentativa de derrubar o governo venezuelano. Além disso, afirma o governo chinês, os Estados Unidos precisam garantir que esse problema seja resolvido “por meio do diálogo e da negociação”.
Esta foi a segunda manifestação oficial da China sobre o caso. No sábado (3), o Ministério das Relações Exteriores do país já havia condenado o uso da força pelos Estados Unidos contra Maduro, dizendo estar “profundamente chocado” com a ação deflagrada.
Uma reunião do Conselho de Segurança da ONU deve ocorrer nesta segunda-feira (5) para discutir a situação.
Fonte: Agência Brasil.









