Donald Trump voltou ao poder em 2025 com a promessa de restaurar a força americana no mundo. Um ano depois, o resultado é visível: regimes que antes se apresentavam como intocáveis — Venezuela, Irã e Cuba — estão de joelhos. O que parecia impossível sob administrações democratas tornou-se realidade com a combinação de sanções econômicas implacáveis e ações militares cirúrgicas. Trump não apenas isolou os inimigos históricos dos Estados Unidos, mas também atingiu em cheio os pilares que sustentavam o narco-comunismo internacional e os patrocinadores do terrorismo.
A captura de Nicolás Maduro em janeiro de 2026 foi um divisor de águas. O ditador venezuelano, que por anos sustentou Cuba e Nicarágua com petróleo subsidiado, agora é exibido algemado como símbolo da aplicação da justiça. Essa ação não apenas favoreceu a economia venezuelana, mas também cortou a principal fonte de financiamento indireto da guerra de Putin na Ucrânia. Sem o petróleo “sombrio” e sem os drones iranianos, a Rússia perdeu parte importante de sua capacidade de manter a guerra. Trump, ao contrário de Biden, não gastou bilhões em cheques em branco: usou estratégia e força para forçar Moscou à mesa de negociações.
A China, por sua vez, também sentiu o impacto. Acostumada a comprar petróleo barato de Caracas e Teerã, agora se vê obrigada a pagar preço cheio, com risco geopolítico elevado. O crescimento chinês, que já vinha desacelerando, mergulhou em estagnação. Xi Jinping perde aliados no BRICS e vê sua narrativa de liderança global ruir. Trump acelerou o “decoupling” iniciado em 2018 e transformou o “milagre chinês” em uma versão moderna da estagnação japonesa. É uma vitória que redefine o equilíbrio de poder no século XXI.
O comunismo internacional, outrora sustentado por Caracas e Havana, está em colapso. Cuba enfrenta blecautes de 20 horas e protestos nas ruas, enquanto Trump fala em assumir amigavelmente o controle político da ilha. O Foro de São Paulo, que Lula tanto exaltou, perdeu seu patrocinador principal. Trump está repetindo o feito de Ronald Reagan contra a União Soviética: mostrar que o comunismo é uma máquina de perversidade e que seus defensores acabam derrotados. A imagem de Maduro preso é um aviso claro para qualquer país que ainda cogite abraçar o socialismo do século XXI.
No Oriente Médio, o impacto é igualmente devastador. Os ataques conjuntos com Israel contra o Irã cortaram o fluxo de centenas de milhões de dólares para grupos terroristas como Hezbollah e Hamas. O regime dos aiatolás, antes arrogante, agora está de joelhos, incapaz de financiar o jihadismo internacional. Trump provou que a política de “maximum pressure” funciona infinitamente melhor do que o apaziguamento de Obama, Biden e Kerry. O mundo islâmico radical perdeu seu banco central do terror.
E no Brasil, o efeito político é direto. Lula apostou todas as fichas em alianças com Putin, Maduro e Díaz-Canel. Chamou Maduro de “companheiro”, defendeu a ditadura cubana e criticou Israel. Agora, vê seus aliados caírem um a um. Cada imagem de Havana no escuro ou de Maduro algemado é um golpe contra sua narrativa de “integração socialista”. Pesquisas já mostram queda significativa na intenção de voto. Por sua vez, para aumentar sua popularidade, Flávio Bolsonaro só precisa repetir o que já é visível: “Lula é o último amigo dos ditadores que Trump está derrubando”.
Trump está executando a maior reconfiguração geopolítica desde o fim da Guerra Fria. Sem enviar soldados americanos para morrer, ele enfraqueceu Rússia, China, comunismo, islamismo radical e ditadores latino-americanos de uma só vez. Lula, por outro lado, escolheu o lado errado da história — e está pagando o preço. Quanto mais Trump vence, mais Lula encolhe. 2026 pode ser o ano em que o trumpismo enterra de vez o lulismo na América Latina.
