O influenciador Bruno Aiub, o Monark, classificou como “totalmente desproporcional” a decisão do YouTube de banir seu novo canal, “Bruno Aiub Show”, antes mesmo da estreia oficial. Segundo o influenciador, a plataforma enviou uma notificação proibindo-o de criar ou monetizar novos perfis devido a comentários passados. Monark alega que, embora tenha errado em declarações de 2022, as retaliações tornaram-se uma perseguição coordenada por “pessoas poderosas”.
Paralelamente ao banimento digital, Monark enfrenta o recrudescimento da batalha judicial. O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) trocou o promotor do caso — que anteriormente havia pedido o arquivamento — por um novo nome, Ricardo Manuel Castro, que agora exige a condenação do influenciador ao pagamento de R$ 4 milhões por danos morais coletivos. A defesa do influenciador e setores conservadores apontam que a substituição de promotores para garantir uma condenação fere o princípio do promotor natural e configura perseguição ideológica.




