Os Estados Unidos confirmaram neste sábado (3) a captura do ditador Nicolás Maduro, removido de Caracas após uma operação militar de grande escala. A ação, anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, incluiu ataques a bases estratégicas da capital venezuelana e resultou na transferência de Maduro e sua esposa para fora do país. Com a saída do líder chavista, a vice-presidente não legítima Delcy Rodríguez assumiu o comando, tornando-se a primeira mulher a liderar um regime ditatorial na América Latina.
Segundo Trump, a ofensiva foi planejada com apoio de forças militares norte-americanas e envolveu bombardeios em pontos como La Carlota e Fuerte Tiuna, além de operações aéreas com helicópteros Chinook. Moradores relataram explosões durante a madrugada, cortes de energia e movimentação intensa de veículos tentando deixar a cidade. O regime chavista classificou a ação como “gravíssima agressão militar” e decretou estado de exceção em todo o território nacional, convocando a população para resistir.
Imagens divulgadas nas redes sociais mostraram colunas de fumaça em diversos bairros de Caracas e militares do regime detendo civis nas ruas. Houve registros de explosões também em La Guaira, ampliando o cenário de crise. Em resposta, o governo da Colômbia ordenou a mobilização de tropas na fronteira. A escalada reforça a mudança histórica no comando da Venezuela, agora sob liderança de Delcy Rodríguez, após anos de ditadura de Maduro.










