Ex-diretor da PRF nega operação para barrar eleitores em 2022

Redação 011
2 Min
Silvinei Vasques deixará prisão, mas usará tornozeleira por decisão de Moraes
foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal Silvinei Vasques negou ter determinado blitz ilegal no Nordeste para barrar o deslocamento de eleitores de Lula nas eleições de 2022. Vasques é um dos réus do núcleo 2 da ação penal que investiga uma suposta tentativa de golpe de Estado no Supremo Tribunal Federal. Vasques foi interrogado pelo juiz Rafael Tamai, magistrado auxiliar do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.

Segundo as investigações, Silvinei teria dado ordens ilegais aos policiais da PRF para realização de operações visando dificultar o trânsito dos eleitores no dia 30 de outubro de 2022, no segundo turno das eleições. Na audiência, o réu disse que o objetivo das operações foi evitar crimes eleitorais, como transporte ilegal de eleitores. Segundo ele, não houve nenhuma determinação do ex-ministro da Justiça Anderson Torres, que também é réu e a quem a PRF estava subordinada, para a realização das operações ilegais.

“Tudo que a gente recebeu de determinação, eu entendi que a gente deveria acatar. Eu entendo que era o dever legal. Não vi na fala do ministro nenhuma ilegalidade. Foi isso que a gente levou para a PRF”, afirmou.

O interrogatório é uma das últimas fases da ação penal. A expectativa é de que o julgamento que vai decidir pela condenação ou absolvição dos acusados do núcleo 2 ocorra no segundo semestre deste ano.

Fonte: Agência Brasil.

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