Investigação sobre Lulinha aponta tentativas frustradas de contratos no Ministério da Saúde

Redação 011
2 Min
Investigação sobre Lulinha aponta tentativas frustradas de contratos no Ministério da Saúde
foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil

As investigações da Polícia Federal sobre uma possível atuação conjunta entre Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, Camilo Antunes, o Careca do INSS, e Roberta Luchsinger mencionam três tentativas de fechar contratos no Ministério da Saúde. Nenhuma dessas tratativas avançou. Tais negociações envolveriam a venda de R$ 627 milhões em medicamentos à base de canábis, a entrega de testes de diagnóstico para dengue e outras doenças, além de parcerias por meio da Indústria Química do Estado de Goiás.

Os investigadores apontam que Roberta pagou R$ 217 mil em faturas de cartão de crédito, entre outras despesas, para Marco Aurélio Ribeiro, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, em 2024. No mesmo período, ela planejava a venda de canabidiol e dos testes de diagnóstico. As informações foram levantadas pelo jornal Folha de S.Paulo.

Procurada, a defesa de Marcola afirma que não teve acesso à íntegra dos autos do processo. Já os advogados de Camilo aguardam o acesso aos autos para se manifestar. Nesse caso, a defesa de Roberta Luchsinger diz que só se manifestará dentro do processo. Os advogados do filho de Lula negam qualquer irregularidade

O Ministério da Saúde disse que nenhuma das iniciativas “teve qualquer encaminhamento ou repercussão” e que as compras são feitas a partir de concorrências públicas.

Compartilhe este artigo