O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, defendeu a autonomia técnica da corporação e rebateu críticas sobre o ritmo de algumas investigações, entre elas a de Fábio Luís Lula da Silva, filho de Lula, o Lulinha.
“O tratamento que se dá a todos os casos é um tratamento legal dentro da autonomia que a equipe da investigação tem, é dentro da responsabilidade funcional e dentro da busca de excelência de provas. Você fala de uma pessoa que teve os sigilos quebrados, o que corrobora e ratifica o que eu estou dizendo sobre a isenção e imparcialidade da instituição, que não protege e que não persegue ninguém e que vai seguir a investigação até o seu final”, disse Rodrigues.
Segundo ele, as operações de maior complexidade recebem prioridade absoluta na gestão da corporação. Vale reforçar a apuração da PF sobre fraudes e desvios no INSS que respingam em Fábio Luís Lula da Silva. Ele é suspeito de ligações com Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, pivô do esquema. A defesa nega repasses de valores e pede o arquivamento do inquérito.

