Uma semana é Bolsonaro conclamando os apoiadores pela liberação dos presos do 8 de janeiro e pela anistia para ele mesmo. Afinal, sabemos que o que ele realmente está preocupado é com a “batata” dele, que está “assando”. Na semana seguinte, é Boulos e a turma do PSOL pedindo que não haja anistia para quem depredou os palácios em 2023.
Mas convenhamos, nossa paciência está escassa. É briga de um lado, briga do outro, uma polarização dos infernos, são os de verde e amarelo contra os de vermelho. Quem banca tudo isso? É uma pergunta que me faço. Vale mesmo a pena apoiar um “barulho” desses por esse pessoal? Fica a questão.
Eu me nego a ter que escolher entre Lula e Bolsonaro em 2026. Será que não tem mais ninguém além dos dois em um planeta com 7 bilhões de habitantes que possa governar o Brasil a partir de 1º de janeiro de 2027?
Está chato acompanhar a política brasileira, não que normalmente seja divertido, mas é uma troca de acusações onde se demonstra claramente que ninguém é dono da razão.
Guilherme Boulos é o quebrador de vidraças “oficial” da Fiesp, depredador de patrimônio público com título honoris causa, e agora quer vir falar dos outros que arrebentaram as janelas do STF? Está cara lavada demais.
E ainda tem Bolsonaro, chamando as pessoas para uma luta que só interessa a ele. O medo de ser preso fez com que ele tentasse demonstrar poder em uma manifestação que, na verdade, evidencia sua situação: esvaziado politicamente.
Ah! Mas pesquisas colocam ele à frente de Lula na corrida presidencial. Mas, pera lá, bater em bêbado é fácil! (Perdão pelo trocadilho). Eu quero ver ele vencer alguém diferente do velhinho moribundo.
Bom, como diria um movimento que fracassou há alguns anos, eu cansei!