Durante visita a Jerusalém, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) aproveitou sua participação em uma conferência internacional contra o antissemitismo para expor Lula por não reconhecer facções criminosas como grupos terroristas. O ex-deputado destacou que países vizinhos já classificaram o Comando Vermelho e o PCC dessa forma, enquanto o Governo Federal segue sem adotar medidas firmes. Ao lado de líderes conservadores europeus, Eduardo também pediu apoio à candidatura do irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), à presidência da República.
O encontro de Eduardo com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu foi divulgado nas redes sociais, onde o parlamentar reforçou sua defesa de Israel e criticou a postura do Governo Lula em temas de segurança internacional. Ele repudiou a saída do Brasil da Aliança Internacional para a Memória do Holocausto em 2025, afirmando que a decisão ignora a relevância da comunidade judaica no país. Eduardo ainda acusou o petista de recusar cooperação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em ações de combate ao terrorismo.
Na conferência, Eduardo foi apresentado como congressista brasileiro, apesar de ter perdido o mandato em 2025. Em sua fala, apontou que organizações criminosas brasileiras mantêm vínculos com grupos extremistas como Hezbollah e Jihad Islâmica, e defendeu que sejam legalmente reconhecidas como terroristas para permitir bloqueio de ativos e atuação judicial. O ex-deputado também criticou ONGs que, segundo ele, funcionam como fachada para atividades antissionistas. Flávio Bolsonaro, pré-candidato à Presidência, também participa do evento e terá discurso oficial nesta terça-feira (27).










