Há duas injustiças que deus abomina: que o inocente seja condenado e que o culpado seja colocado em plena liberdade como se fosse justo.
O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro é um dos maiores absurdos jurídicos da história do Brasil. É uma farsa que é chocante aos olhos e aos ouvidos. É pura perseguição política. É ódio travestido de respeito aos ritos e à Constituição Federal.
Não conheço, na história do Brasil, um ex-presidente que tenha sido tão perseguido. Bolsonaro teve sua vida pessoal, financeira e política devastada de forma covarde e cruel.
Bolsonaro está assistindo sua família ser perseguida de uma maneira implacável pelo governo Lula, pela justiça e por alguns veículos de comunicação, contaminados ideologicamente e financeiramente.
O acusam de crimes que jamais cometeu e uma suposta tentativa de golpe de estado que nunca aconteceu.
O Brasil está assistindo ao vivo e em cores a prática dessas aberrações jurídicas. Pessoas sendo presas arbitrariamente e coagidas. Defesas sendo cerceadas. Famílias sendo destruídas.
Meu Deus, onde tudo isso vai acabar? Por que tanta raiva e tanto ódio?
Que Deus, em sua infinita bondade, possa tocar os corações dos que estão cometendo tamanha injustiça.
Mas o resultado de tanta injustiça, o Supremo Tribunal Federal e o governo Lula já estão sentindo na “carne”: a rejeição da população. O STF é hoje uma das instituições mais desacreditadas do Brasil e o governo Lula está derretendo. A recente pesquisa da Quaest, divulgada agora, 2 de abril, revela que a desaprovação do governo Lula (PT) atingiu 56%, o pior índice desde o início do mandato. Pela primeira vez, a rejeição ao atual governo supera a marca de 50%, evidenciando a insatisfação crescente da população. Enquanto isso, a aprovação caiu para 41%, o menor patamar desde o início do mandato, mostrando que o governo está cada vez mais isolado.
A única certeza que temos é que o plantio é uma opção, mas a colheita é obrigatória.