Volodimir Zelensky está disposto a deixar imediatamente a presidência da Ucrânia em troca da adesão do país à Otan, uma aliança militar formada por 32 países da Europa e América do Norte.
“Se realmente precisarem que eu deixe meu cargo, estou disposto”, garantiu em uma coletiva de imprensa em Kiev.
Ele também reforçou o desejo de ter o atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como um parceiro da Ucrânia, e não somente um mediador da guerra travada diante da invasão russa desde a data de 24 de fevereiro de 2022.
“Eu realmente quero que seja mais do que apenas mediação, isso não é suficiente”, ressaltou.
Em outro momento, Zelensky colocou ‘panos quentes’ a respeito de uma situação delicada, na qual foi chamado de ditador por Trump. O líder ucraniano afirmou não ter se ofendido e garantiu que foi eleito democraticamente.
A chegada de Trump ao poder mexeu com todo o cenário internacional. O republicano tem pressa para retomar rapidamente a soberania da Casa Branca em todo o mundo. Em sua atual doutrina, é preciso temer a nação mais poderosa. Obviamente, ninguém está disposto a comprar essa briga, nem mesmo Moscou.