Um estudo ainda preliminar aponta que pelo menos 142 prefeituras gaúchas já enfrentam altas de preço abusivas e dificuldade de diesel para abastecimento de veículos. Esse cenário tem levado as cidades a priorizarem serviços essenciais como os de saúde, enquanto obras estão sendo suspensas em razão da falta de combustível. O estudo é da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul.
Segundo a pesquisa, as cidades precisaram priorizar serviços na área da saúde, como o transporte de pacientes, enquanto atividades que dependem de maquinário, como obras, foram suspensas. Caso o cenário persista, há risco de impacto em outras áreas sensíveis.
“Temos o risco de que isso afete o transporte escolar e o transporte de pacientes para outras cidades”, informou a Federação.
De acordo com a Agência Nacional de Petróleo, a região de Porto Alegre já começou a ser atendida, mas o interior gaúcho ainda não. As cidades de Formigueiro e Tupanciretã já decretaram situação de emergência devido à crise no abastecimento.
Fonte: Agência Brasil.











