Moraes avança com ação do PT contrária às escolas cívico-militares de Tarcísio

Redação 011
2 Min
Alexandre de Moraes presta depoimento à PF com esposa e filhos
foto: Carlos Moura/SCO/STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, enviou ao plenário da Corte a ação do PT que pede a suspensão da lei do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que cria escolas cívico-militares estaduais. O magistrado solicitou ainda informações ao governo paulista, e também à Assembleia Legislativa de São Paulo, no prazo de dez dias.

“Diante da relevância da matéria constitucional suscitada e de seu especial significado para a ordem social e a segurança jurídica, mostra-se adequada a adoção do rito do art. 12 da Lei 9.868/1999, pelo que determino: (a) solicitem-se informações, a serem prestadas pelo Governador e pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, no prazo de 10 (dez) dias; (b) em seguida, remetam-se os autos ao Advogado-Geral da União e ao Procurador-Geral da República, sucessivamente, no prazo de 5 (cinco dias), para a devida manifestação”

Para a legenda, esse tipo de educação consiste em exercícios de militarização aos jovens e considera a atividade um ataque ao Estado Democrático de Direito. No entanto, as escolas cívico-militares seguem alinhadas ao Plano Estadual de Educação e receberam amplo apoio tanto da Alesp quanto da sociedade em geral.
“As escolas cívico-militares são uma opção adicional no roteiro do ensino público para criar um ambiente com mais segurança, onde os pais vão ter um conforto e a gente possa desenvolver o civismo, cantar o Hino Nacional e fazer com que a disciplina ajude a ser um vetor da melhoria da qualidade de ensino”, afirmou Tarcísio.

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