Justiça argentina nega pedido de prisão imediata para Cristina Kirchner

Redação 011
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Argentina confisca bens de Cristina Kirchner e familiares em caso de corrupção
foto: José Cruz/ Agência Brasil

A Justiça da Argentina negou um pedido do Ministério Público do país para que a ex-presidente Cristina Kirchner fosse presa imediatamente. Ela foi condenada a seis anos de prisão e tem agora quatro dias para se apresentar às autoridades. Por ter mais de 70 anos, Kirchner pode pedir para cumprir a pena em regime domiciliar. Os advogados da ex-presidente já entraram com esse recurso, mas ainda não houve resposta das autoridades.

Kirchner foi condenada por administração fraudulenta pelo suposto favorecimento de empresários em 51 licitações de obras rodoviárias em Santa Cruz, no sul da Argentina, durante seus mandatos presidenciais (2007-2015). A Suprema Corte também rejeitou um recurso da ex-presidente contra uma condenação por corrupção. Ela está inelegível pelo resto da vida.

Sem saída, a ex-presidente agora critica Javier Milei, apesar do atual chefe de Estado apresentar índices positivos, principalmente na área econômica, depois de uma forte crise promovida pela esquerda.

“Podem me prender, mas as pessoas continuam recebendo salários miseráveis ou perdendo o emprego, as aposentadorias vão continuar insuficientes e não vão chegar ao fim do mês, e os remédios estão cada vez mais caros”, disse Cristina Kirchner.

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