Indústria chinesa reclama de “atropelo” de Lula à economia brasileira

Redação 011
1 Min
Gigante chinesa avalia comprar minas no Brasil para garantir estoque de lítio
foto: Joá Souza/ GOVBA

Na terça-feira (14), o diretor institucional da montadora chinesa BYD no Brasil, Marcello Von Schneider, expressou seu descontentamento com a decisão da Camex de reintroduzir impostos de importação para carros elétricos, híbridos e híbridos plug-in. Para Schneider, foi um verdadeiro “atropelo” ao setor.

A medida, que entra em vigor a partir de janeiro de 2024, busca impulsionar a indústria automobilística nacional, conforme afirmou o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin em dias recentes. Ele defendeu a necessidade de estimular a produção local e criar empregos mais qualificados.

O Ministério do Desenvolvimento divulgou que a retomada das alíquotas será gradual, com cotas de isenção para importações até 2026. As porcentagens de tributação variarão conforme os “níveis de eletrificação” e os processos de produção de cada modelo, além da produção nacional.

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A taxação para carros híbridos começará em 12% em janeiro de 2024, aumentando para 25% em julho de 2024, 30% em julho de 2025, e atingindo 35% em julho de 2026. Já os híbridos plug-in terão taxas de 12%, 20%, 28% e 5% nos mesmos períodos. Os carros elétricos seguirão uma sequência de 10%, 18%, 25% e 35%.

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