Governo de Lula amarga o pior mês de maio na geração de empregos em 4 anos

Redação 011
1 Min
Horus & FGV IBRE divulgam análise sobre a variação do preço da cesta básica
foto: site CEAGESP

O Brasil registrou o pior mês de maio para o mercado de trabalho desde o ano de 2020, quando iniciou a pandemia de Covid-19. De acordo com dados divulgados pelo Caged (Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados), foram abertas no país 131.811 vagas de trabalho com carteira assinada no mês passado. O saldo é resultado de 2.116.326 admissões e 1.984.515 desligamentos. No acumulado do ano, o saldo foi de 1.088.955 empregos, resultado de 11.038.628 admissões e 9.949.673 desligamentos.

A maioria dos empregos formais criados em maio deste ano são do setor de serviços, com 69 mil vagas, agropecuária, com 19 mil postos de trabalho gerados no mês, e da construção com 18 mil postos. Na sequência, aparecem os setores da indústria, com 18 mil vagas, e o comércio com 6 mil.

Outro dado que não favorece o Governo Lula 3 vem da remuneração. O salário médio real de admissão foi de R$ 2.132,64, apresentando redução de 0,15% em comparação com o mês anterior – na prática, houve uma diminuição real de R$ 3,31 no salário médio dos trabalhados admitidos.

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Aquele tal ‘Brasil da picanha’ está cada vez mais distante do que foi prometido.

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