O mundo assiste a uma demonstração de liderança pragmática que deixa o Brasil, sob a atual gestão petista, em um papel de coadjuvante irrelevante. Em Davos, na Suíça, o presidente dos EUA, Donald Trump, formalizou a criação do Conselho de Paz para a Faixa de Gaza. O órgão nasce com a missão de supervisionar o cessar-fogo e a reconstrução da região, consolidando Trump como o grande mediador global.
Enquanto líderes como Javier Milei (Argentina) marcam presença e reforçam os laços com a nova ordem mundial, o presidente Lula simplesmente ignorou o convite, sequer enviando uma resposta formal a Washington.
A Nova Ordem: Resultados sobre burocracia
Em seu discurso, Trump não poupou críticas ao modelo ineficiente das Nações Unidas. Com o estilo direto que o caracteriza, o americano destacou que a paz real não se faz com retórica vazia em Nova York, mas com acordos entre líderes que têm poder de execução.
A crítica à ONU: Trump afirmou que, das oito guerras que ajudou a encerrar, em nenhuma delas a ONU teve papel relevante. Para ele, a organização tem “potencial”, mas falhou em se esforçar o suficiente.
O Conselho de Paz: O novo órgão surge como uma alternativa ágil à burocracia internacional, focando em soluções definitivas para o conflito em Gaza.
Alinhamento regional: A presença de Milei ao lado de Trump reforça o eixo de direita nas Américas, isolando governos que insistem em alinhamentos ideológicos com ditaduras e grupos extremistas.
O vazio brasileiro: Ideologia acima do interesse nacional
O silêncio de Lula diante do convite de Trump é mais do que uma gafe diplomática; é uma escolha ideológica perigosa. Ao se recusar a participar de um fórum liderado pelos EUA e pelas potências ocidentais em Davos, o governo brasileiro:
Perde protagonismo: O Brasil deixa de ter voz nas decisões que impactam a segurança e a economia global.
Sinaliza hostilidade: A falta de resposta ao convite é interpretada como um gesto de desdém à administração Trump, o que pode custar caro em futuras negociações comerciais.
Fica no lado errado da história: Enquanto o mundo discute a paz de forma prática, o Itamaraty parece paralisado em uma visão de mundo dos anos 70.










