Romeu Zema (Novo), governador de Minas Gerais, reforçou no domingo (11) que mantém sua pré-candidatura à Presidência da República, mesmo diante das articulações do Centrão para que ocupe a posição de vice em uma chapa liderada por Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O mineiro destacou que não pretende abrir mão do projeto nacional já anunciado em 2025 e negou qualquer possibilidade de compor como coadjuvante. A declaração ocorre em meio às movimentações de partidos que buscam consolidar alianças para 2026.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Zema utilizou sua rotina pessoal como exemplo de gestão responsável, afirmando que paga o aluguel da residência com seus próprios rendimentos. Para o governador, “governante que não paga as próprias contas não sabe governar”. Ele comparou a administração doméstica com a condução do Estado, ressaltando que exige de seus colaboradores a mesma disciplina financeira que aplica em casa. A mensagem foi acompanhada de uma legenda em que defendeu que apenas quem arca com despesas do próprio bolso entende o valor do dinheiro.
Nos bastidores, o nome de Zema foi citado pelo senador Ciro Nogueira, presidente nacional do Progressistas, como o “melhor nome” para ser vice em uma chapa com Flávio Bolsonaro. O governador, no entanto, reafirmou na segunda-feira (12) que seguirá como pré-candidato à Presidência até o fim do processo. Zema está no último ano de seu segundo mandato em Minas Gerais e, por ter sido reeleito em 2022, não poderá disputar novamente o governo estadual em 2026.









