Sem citar terrorismo ou reféns brasileiros, Lula pede libertação de crianças

Redação 011
1 Min
Fazendo parte do 1% mais rico do Brasil, Lula foi criticar desigualdade na ONU
foto: Ricardo Stuckert/ PR

Pela primeira vez o presidente Lula se pronunciou diretamente ao grupo palestino Hamas. Na carta endereçada ao secretário-geral da ONU, António Guterres, e à comunidade internacional, o petista pediu pelo fim do conflito: “É preciso que o Hamas liberte as crianças israelenses que foram sequestradas de suas famílias. É preciso que Israel cesse o bombardeio para que as crianças palestinas e suas mães deixem a Faixa de Gaza através da fronteira com o Egito”.

O presidente brasileiro em nenhum momento se referiu ao Hamas como grupo terrorista e sequer mencionou os brasileiros mortos nos ataques, além dos prováveis reféns. A declaração vem após o Exército de Israel afirmar que há brasileiros entre as pessoas que estão sendo mantidas pelo grupo extremista.

“Juntos e com urgência, lancemos mão de todos os recursos para pôr fim à mais grave violação aos direitos humanos”, se limitou Lula diante do terror.

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