PCO desafia a Constituição: Prisão de até 8 anos para quem apoiar terrorismo

Redação 011
3 Min
PCO desafia a Constituição: Prisão de até 8 anos para quem apoiar terrorismo
foto: x/ @DiarioDCO

Manifestações recentes na Praça Oswaldo Cruz, em São Paulo, realizadas pelo Partido da Causa Operária (PCO), têm gerado preocupações ao expressar abertamente apoio ao grupo terrorista Hamas. A venda de materiais que glorificam figuras como Che Guevara e Karl Marx intensifica as inquietações sobre as intenções e valores do PCO, especialmente diante de seus vínculos com o terrorismo internacional.

Especialistas legais consultados destacam que esse apoio pode ser visto à luz da legislação antiterrorismo brasileira, especificamente a Lei nº 13.260/2016. A lei define o terrorismo como atos com o objetivo de provocar terror social ou generalizado, expondo a perigo pessoa, patrimônio, a paz pública ou a incolumidade pública.

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O artigo 3 desta lei estabelece como crime a promoção, constituição, integração ou prestação de auxílio, pessoalmente ou por interposta pessoa, a uma organização terrorista. As penalidades para tais ações incluem reclusão de cinco a oito anos, além de multas.

No contexto do PCO apoiar ativamente o Hamas, reconhecido internacionalmente como grupo terrorista, poderia ser interpretado como promoção, constituição, integração ou prestação de auxílio a uma organização terrorista, sujeitando membros do PCO às penalidades mencionadas, caso a Justiça entenda que Hamas é uma organização que atenta contra a vida e a paz das pessoas.

A exibição recente de materiais relacionados ao Hamas pelo PCO levanta preocupações adicionais sobre as afiliações do partido. O histórico violento do Hamas, conhecido por ataques suicidas e pela intenção declarada de destruir Israel, destaca a perigosa simpatia do PCO com esse grupo extremista.

A preocupação se intensifica diante dos laços estreitos entre o Hamas e o Hezbollah (com presença no Brasil), ambos ativos no Oriente Médio com conexões com o Irã, que oferece apoio financeiro e militar. Ao endossar publicamente o Hamas, considerado uma organização terrorista global, o PCO desafia as leis antiterrorismo brasileiras, gerando sérias preocupações sobre a segurança e a integridade do Brasil e sua política de segurança e defesa.

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