Pacheco diz que não compete ao Supremo discutir a descriminalização de drogas

Redação 011
1 Min
Pacheco não descarta 'adiar um pouco' a reforma tributária
foto: Jefferson Rudy/ Agência Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que o julgamento que pode descriminalizar o porte de maconha para uso pessoal é uma “invasão de competência do Congresso Nacional” – foi uma mensagem direta ao Supremo Tribunal Federal.

O parlamentar reforçou que o Congresso trabalha para colocar na Constituição a criminalização do porte e posse de drogas, independentemente da quantidade, assim como já previsto pela lei antidrogas.

“Continuamos na linha de que a Proposta de Emenda à Constituição coloca na Constituição uma diretriz de que, independente de quantidade, porte e posse têm consequência jurídica. É isso que nós queremos, enquanto Parlamento, e é isso que imagino também que a sociedade queira”, declarou.

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No STF, há cinco votos que consideram ser inconstitucional enquadrar como crime o porte de maconha para uso pessoal e três votos que consideram válida a criminalização prevista em lei. Mas o ministro Dias Toffoli solicitou prazo adicional para analisar o julgamento e dar o voto.

Diferente do que havia indicado anteriormente, Pacheco sinalizou que o Congresso vai deliberar sobre o tema mesmo em meio ao julgamento do STF.

“Na próxima semana continuaremos a debater esse tema”, disse.

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