Ministério de Alckmin afirma que bets não causam queda no varejo ou aumento de endividados

Redação 011
2 Min
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foto: Cadu Gomes/VPR

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços rebateu, em uma nota técnica, as informações de que os gastos com apostas esportivas online, as chamadas bets, provocaram queda no varejo e aumentaram o endividamento dos brasileiros. A pasta também questiona conclusões do Banco Central sobre gastos de famílias com as apostas.

O documento foi elaborado pelo ministério comandado pelo atual vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), a pedido da Advocacia-Geral da União. A solicitação ocorreu após uma ação no Supremo Tribunal Federal que pede suspensão da lei de bets. O setor está em fase de regulamentação pelo Planalto.

A ação foi iniciada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo. A entidade afirma que a expansão das apostas no Brasil provocam o endividamento das famílias e prejudica a economia doméstica e o comércio varejista. Já a pasta em questão rebate com argumentos de que os dados de comércio no país não permitem identificar uma desaceleração do setor.

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Recentemente, uma análise técnica feita pelo Banco Central apontou que os beneficiários do Bolsa Família, que fazem apostas esportivas online, gastaram R$ 3 bilhões em bets via Pix no mês de agosto.

Por mais que o Governo de Lula e Alckmin tente aumentar a arrecadação a todo custo, não há como encobrir os estragos já visíveis provocados pelas apostas nas camadas mais vulneráveis da nossa população.

Esse é apenas o início do que vem pela frente.

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