O Comitê de Política Monetária do Banco Central aumentou em um ponto percentual a taxa básica de juros, que subiu de 13,25% para 14,25% ao ano. Foi a quinta alta seguida, além da terceira elevação de um ponto percentual.
“Diante da continuidade do cenário adverso para a convergência da inflação, da elevada incerteza e das defasagens inerentes ao ciclo de aperto monetário em curso, o Comitê antevê, em se confirmando o cenário esperado, um ajuste de menor magnitude na próxima reunião”, diz o comunicado da autoridade monetária.
A Selic atingiu agora o maior patamar desde outubro de 2016, quando a economia brasileira enfrentava um colapso motivado pela incompetência de Dilma Rousseff e, por consequência, novamente pelo PT. Nem mesmo o economista Gabriel Galípolo, indicado por Lula no BC, parece enxergar um horizonte promissor no atual cenário.
Diante de uma inflação persistente e sem medidas de corte de gastos, o jeito é apelar para o remédio mais amargo para combater a inflação e, dessa forma, frear qualquer possibilidade de retomada econômica no ‘país da jabuticaba’.