Ampliação da autonomia do BC gera discordância entre Haddad e Campos Neto

Redação 011
1 Min
foto: Geraldo Magela/ Agência Senado

A relação entre o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, está enfrentando turbulências devido à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da autonomia financeira da autoridade monetária, que está em negociação no Congresso Nacional.

Em uma entrevista à CNN, Haddad criticou Campos Neto por não ter envolvido o governo na articulação da proposta. Segundo ele, “eu fui o promotor da aproximação do Roberto com o governo, em geral, e com o presidente da República, em particular. Eu penso que, em se tratando da Constituição do país, haveria uma conversa prévia. E não houve. Foi isso o que eu disse para o Roberto.”

Além disso, Haddad destacou que há dispositivos no texto da proposta com os quais ele não concorda. A PEC 65/2023 busca transformar o Banco Central de uma autarquia federal para uma empresa pública, garantindo total autonomia financeira e orçamentária à instituição. No entanto, Campos Neto defende que a discussão sobre a autonomia do BC não deveria ocorrer pela imprensa, afirmando que o projeto não foi encaminhado pela autarquia, mas pelo Legislativo.

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