Eduardo Bolsonaro relembra visita de Alckmin ao Irã ao lado de líderes terroristas

Redação 011
2 Min
Eduardo Bolsonaro relembra visita de Alckmin ao Irã ao lado de líderes terroristas
foto: Cadu Gomes/VPR

Em meio à escalada de protestos contra o regime iraniano, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) voltou a criticar a participação do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) na posse de Masoud Pazeshkian em Teerã, em 2024. O ex-deputado destacou que o representante do Governo Federal esteve sentado a poucos lugares de Ismail Haniyeh, líder do Hamas, durante a cerimônia. A lembrança foi feita nesta terça-feira (13), quando Eduardo associou a visita de Alckmin ao cenário atual de repressão no país persa, onde milhares de manifestantes já teriam sido mortos segundo relatos de organizações de direitos humanos.

O parlamentar também ressaltou a postura do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que anunciou o rompimento de contatos com autoridades iranianas e incentivou a população a “tomar as instituições”. Eduardo afirmou que estava em Mar-a-Lago, nos EUA, quando tomou conhecimento da mensagem publicada por Trump na rede Truth Social. Para ele, o apoio do líder norte-americano representa um marco histórico contra o regime instalado desde 1979, que restringe liberdades e mantém rígido controle sobre a sociedade. O ex-deputado disse ainda que os “ventos de liberdade” defendidos por Trump poderiam alcançar outros países, incluindo o Brasil.

Os protestos no Irã começaram em 28 de dezembro de 2025, motivados pela falta de liberdade e a crise econômica, com inflação de 42,2% e forte desvalorização da moeda local. Comerciantes e trabalhadores exigem alívio nos preços e reformas políticas, enquanto o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do regime, classificou os manifestantes como “sabotadores”. A repressão incluiu uso de armas de fogo, gás lacrimogêneo e bloqueio da internet em 9 de janeiro. O regime xiita, baseado na sharia, impõe restrições severas às mulheres e mantém a oposição fragmentada, sem liderança unificada, o que dificulta avanços contra a teocracia instalada há mais de três décadas.

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