Os protestos contra o regime iraniano já resultaram em 538 mortos e cerca de 10 mil pessoas presas, segundo levantamento da organização HRANA. A repressão, que se intensificou nas últimas duas semanas, atingiu principalmente manifestantes, mas também contabilizou baixas entre forças de segurança. O cenário expõe a violência do regime diante de reivindicações populares motivadas por dificuldades econômicas e pela busca de liberdade.
O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, declarou estar “chocado” com o uso excessivo da força por parte do regime iraniano. Em comunicado, pediu que Teerã suspenda o bloqueio de comunicações e permita acesso à informação. A ONU reforçou o apelo para que o regime exerça “máxima contenção” e evite medidas desproporcionais contra a população. Apesar das pressões internacionais, o regime segue endurecendo sua resposta às manifestações.
Enquanto isso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi informado sobre opções militares para responder à repressão no Irã. Segundo autoridades americanas, ele avalia autorizar ataques contra alvos não militares em Teerã, como forma de pressionar o regime. Em publicação recente, Trump afirmou: “O Irã está olhando para a LIBERDADE, talvez como nunca antes. Os EUA estão prontos para ajudar!!!”.













